O mundo da Kami
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Orgulho-me.
quarta-feira, 18 de abril de 2012 @ 09:03 | 0 Comment [s]

De mim. Ontem estava num daqueles momentos de retrospecção e pensei para mim em como é bom e satisfatório saber que temos certa coisa através do nosso esforço, do nosso trabalho e empenho. Eu orgulho-me de dizer que tudo aquilo que eu tenho, hoje em dia, fui eu que consegui e fui eu que trabalhei para ter o que tenho (com esta conversa, até parece que sou uma rica ou que tenho muito; nada disso, falo simplesmente daquilo que consegui alcançar), tirando é claro a escola, e tirando muito do que tive durante a época em que não trabalhava. Mas posso dizer que tenho a carta de condução, através do meu esforço, paguei-a, tanto os exames, como aulas extras de condução, fui eu que paguei tudo isso. O meu carro, juntei durante meses e meses dinheiro para o comprar e comprei. Não pedi ao meu pai, nem à minha mãe e não os sub carreguei com isso. Pode não ser o melhor carro do mundo, mas foi o que eu pude comprar e para ir treinando com os tempos é o melhor que se pode arranjar. A roupa, perfumes, e futilidades e miminhos que compro para mim, também é através do meu trabalho e esforço. E sinto-me super bem com isso. Saber que não castigo mais os meus pais, saber que não coloquei mais peso sobre os ombros de ambos, é muito bom conseguir trabalhar para algo e ter. E eu conheço muita gente em que vive sobre a alçada dos pais em tudo. Querem sair? Pais. Querem roupa? Pais. Estudos? Pais. Carta de condução? Pais. Carro novo? Pais. (...) E o mais engraçado é que ainda fazem exigências do género: quero um carro de x cor com x acessórios, etc, etc. Se soubessem o quanto dificil é trabalhar um mês inteiro para terem dinheiro talvez não exigissem tanto. E depois quando não têm dizem que os pais são as piores pessoas do mundo, que não valem nada, que não prestam. Um dia, quando tiverem mais idade, e a própria casa, responsabilidades maiores, vêem que tudo o que os pais faziam e diziam era para o nosso bem e não para o nosso mal. E mais, ainda há amigos meus que eu vejo que simplesmente nunca vão trabalhar. Porquê? Porque os pais dão-lhes tudo. Carro, dinheiro, boa vida, é claro que essas pessoas vão querer viver sempre sobre a alçada dos pais. Respeito, é claro, mas há uma satisfação maior em saber que fomos capazes, em saber o que custa ter certas coisas, o que custa lutar por aquilo que queremos e no fim saber que conseguimos, é bastante, mas bastante bom. E por isso e muito mais, hoje em dia eu digo que tenho orgulho em mim, da pessoa que sou, e daquilo que mudei de uns 3 anos para cá. Sei do meu valor e ninguém me pode dizer o contrário.


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