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Pensamento/Desabafo #2.
domingo, 29 de abril de 2012 @ 21:18 | 0 Comment [s]
Estou cansada. Cansada de haver pessoas que pensam que sabem mais, que são mais inteligentes e ainda nos deitam isso à cara. E ainda ando mais cansada de pessoas que criticam tudo e mais alguma coisa, mas depois fazem igual. É. Chega a um ponto que de tanto encher rebenta. E se fosse só um problema que eu tivesse, ainda era capaz de tolerar melhor, mas, como ando numa fase em que nada me corre bem, então saiam-me da frente, ou se não, não me digam nada. Ainda mais quando não têm razão. Só que a maior parte das pessoas, têm um orgulho tão, mas tão grande, que não admitem que erraram. Deste quando eu pertenço a alguém? Que eu saiba sou livre, faço o que eu quiser e bem me apetecer, saio hoje com uns e amanhã com outros, ninguém tem de se meter. Deste quando é que eu fazer isso, é excluir? Se eu quisesse excluir, o mais provável era deixa de falar, não me preocupar, andar em frente e não querer saber de ninguém. Acreditem que a partir de hoje eu vou excluir muita gente da minha vida. Uns porque falam, falam, falam, pensam que nos ajudam e ainda nos dizem que são grandes amigos, mas são aqueles que quando estamos mal não estão lá e quando estamos com um ar mais abatido, ainda nos dizem que estamos com uma tromba enorme, que não se entende o porquê de estar daquele estado, em vez de perguntarem: 'então o que se passa?'. E ainda me dizem que se preocupam e que estão lá quando estou mal. Sinceramente não me lembro de nada disso. Nem sei como as pessoas conseguem criar tantas ilusões na cabeça. Só para se sentirem melhores, obviamente. Mas o mais ridiculo é que ainda pensam que o que dizem está totalmente certo, quando se tivessem dois palmos de testa sabiam que não era verdade. E ainda me vêm falar em reformular amizades? Falar de quem não conhecem e falarem do que não sabem? Meu Deus, eu sei bem quem me faz bem e mal. E eu bem vi quem eram os meus verdadeiros amigos nos meus piores momentos. Quando estava em baixo, triste, doente, miserável, foram poucos, só um ou dois vieram ter comigo, mas esses estão cá dentro, agora dizerem que fazem e sabem que não fizeram nada para ajudar, não! Eu não sofro de amnésia, graças a Deus e por isso sei bem as pessoas mais especiais, que se preocupam e principalmente que demonstram. Mas há quem não pense assim e pensem que são os donos da razão. Bah. Pertenço-me, apenas.
Feriados e a chuva.
quarta-feira, 25 de abril de 2012 @ 18:22 | 0 Comment [s]
Ontem, mais propriamente, foi o grande 25 de Abril. Não vou aqui falar disso, nem falar da história que sucedeu nessa altura, porque já está mais que falado. O que eu venho aqui falar é diferente. Se há coisa que eu não gosto muito são os feriados. Isto porquê? Porque tal como os domingos, se bem que aos domingos ainda se arranja qualquer coisa para se ver, são aqueles dias chatos em que não se faz nada a não ser estar em casa agarrada à internet, ou então vemos filmes durante a tarde toda, mas daqueles que já repetiram umas não sei quantas vezes e já nem interesse há para ver. E ainda mais sou o tipo de pessoa que se atrapalha com os feriados, ou seja, eu meti mesmo na minha cabeça que era domingo e que amanhã era segunda, estou toda trocada à pala disso. Tudo bem que eu podia ter saído, ver as lojas, ou ir até ao parque.. Mas como? Hoje esteve a chover o dia todo e foi mesmo um daqueles dias deprimentes que não lembra a ninguém. Normalmente neste dia, aqui no parque da zona, há sempre actividades e animação para celebrar o dia, mas como o tempo estava assim, não houve nada disso. O meu plano? Foi ficar em casa a assistir filme, atrás de filme (claro que não foram aqueles que passaram na televisão) até à hora de jantar e só sai mesmo de casa para ir beber café por duas vezes, porque de resto, esqueçam. E depois estes dias que nunca mais ficam mais quentes, mais agradáveis! Já está na altura. Tudo bem que em Abril águas mil, mas, uns dias amenos não fazia mal a ninguém, muito pelo contrário, já animava um pouco a malta. Isto mais parece que voltamos ao inverno e não que estamos mesmo na primavera. Dizem muito por ai e é verdade: cada vez mais nós só temos apenas duas estações (inverno e verão), o que é uma verdadeira pena.
Alguém te pediu a opinião?
sábado, 21 de abril de 2012 @ 08:31 | 0 Comment [s]
Ontem fui jantar com o meu pai. Nem eu esperava jantar fora mais foi o que acabou por acontecer. Foi bom, adoro todos estes momentos que passo com o meu irmão e com ele. Entretanto, eu estava no facebook no telemóvel (isto após já termos jantado e tudo o mais, já íamos no café), porque eu fiquei sem mensagens e como me esqueci de carregar até ás 19 h, tinha que combinar a saída (porque sextas e sábados saio sempre um pouco à noite) através do facebook e como estava a ficar tarde, precisava de saber quem ia com quem, se alguém precisava de boleia e afins. Até aqui tudo bem. Depois, chega um amigo do meu pai e irmão e cumprimenta-nos, pergunta-nos se está tudo bem e vê-me agarrada ao telemóvel, ao que ele diz: 'Nem acredito que estás com a tua família e estás agarrada a isso'; 'Sabes que a família é para sempre, enquanto que os amigos nem por isso'. Eu não digo que não concorde com ele. Sou uma pessoa que usa muito as novas tecnologias, seja o telemóvel, seja o computador e ando muito na internet e sei que a internet serve para nos aproximar-mos de quem está longe e de nos afastar-mos de quem está perto de nós. E sei também que estraga muito as ligações e corta um pouco isso. Mas é assim, o que eu fiz ontem nem foi por mal, fiz-o porque não havia outra maneira mesmo de combinar com o pessoal a saída e como estava sem mensagens não havia outra solução sem ser essa. Na altura fiquei mesmo lixada, mas tentei manter a calma, porque não gosto de ser mal educada com ninguém e muito menos com amigos de família e o meu irmão que concordou com ele, disse-me que ele 'estava apenas a dar a sua opinião', ao que eu respondi 'ainda assim, eu não lhe pedi a opinião sobre nada'. O que mais me irrita aqui é mesmo isso, as pessoas falarem sem eu sequer ter pedido nada, ou darem na cabeça das outras, como que não cometem erros e fazem tudo certinho perante os olhos dos outros. Nós somos humanos, temos falhas, mas não preciso que me venham dar em cima, sobre certos assuntos. Ainda por cima de pessoas que não têm o direito de dar em cima de ninguém. As pessoas metem-se mesmo onde não são chamadas e cada vez menos eu tenho paciência para certas coisas.
Nunca namorei.
sexta-feira, 20 de abril de 2012 @ 20:10 | 0 Comment [s]
Confesso que sempre fui a que se chama de 'patinho feio' na escola - falava com relativamente poucas pessoas, era muito calada, também não era daquelas meninas que vestiam roupa de marca e se vestiam super bem para a época, era um pouco desleixada, e muito menos era popular. Nestes anos em que muitos fazem as primeiras experiências - o primeiro beijo, etc, etc, eu passei completamente ao lado disso. Gostei de vários rapazes durante a minha vida, como é óbvio. Não me refiro a nenhum em especial como verdadeiro amor, na verdade, acho que nunca estive verdadeiramente apaixonada. Tive sempre aquilo a que se chama de fracos, de atracções, pequenas paixonetas. No secundário, só gostei de um rapaz, gostar entre aspas. Confesso que por causa da minha timidez e certos medos perdi muito. Por essa razão, hoje em dia, já não sou como era nesse respeito. Se tiver que falar, falo. Mas também sei estar no meu cantinho quando preciso. Hoje, sai. Sai com amigos, fomos a um bar e estava com um casal e acreditem, que por vezes, por mais que eu não queira pensar, dá vontade de ter alguém ao nosso lado. Não é que precise totalmente, mas por vezes dá vontade. 'Quando menos esperares acontece'; 'Não penses nisso', são as frases mais comuns que eu oiço quando falo sobre este assunto e concordo plenamente. Eu não olho para um rapaz a pensar que é com ele que eu vou casar, ou que vou ter filhos ou que vou ter um relacionamento. Por vezes interesso-me por alguém e tento estabelecer uma ligação ao menos, e acreditem que não penso logo numa relação. Deixo as coisas fluirem a seu tempo, mas acaba por nunca acontecer nada. Eu sei dessas todas conversas de que - quando acontecer, acontece; não pensar nisso; a pessoa vai gostar de mim como sou, e blablablas. Mas por vezes também penso: porque ainda nunca tive alguém? Tudo bem. Ainda não é a altura para mim, também compreendo, mas é-me impossível deixar de pensar nessa questão, porque é algo que no fundo não entendo. Vejo as minhas amigas e elas facilmente arranjam alguém, namoram, são felizes e eu sou das poucas do grupo que não tem ninguém. Acredita que por vezes custa. E hoje enquanto dançava, estava ali eu, de copo na mão, a ouvir aquelas músicas mais românticas e os pares tudo agarradinhos e eu só a assistir. É como se me sentisse uma peça fora do puzzle, é dificil de explicar. E depois vi um ex-colega meu de escola, e ele como me viu sozinha veio com uma conversa do género:- Então, tudo bem? - Sim e contigo? - Também, vim aqui ver como estavas.. Como no meu grupo estão a dizer que estás sempre a segurar vela.. - Nada disso. Acredita que não me importo. É na boa. - Até pode ser, mas não deixa de ser desconfortável, se precisares de alguma coisa diz. Fico mesmo assim sem saber o que dizer. Porque incomoda e não incomoda. E tudo isto é muito mais complicado quando saio apenas com um casal. Não tenho vergonha de dizer que não namorei, ao menos não sou como algumas raparigas da minha idade que já têm alcunhas menos próprias e ao menos eu não vou com qualquer um que me elogie ou que esteja interessado. Apenas ainda não aconteceu. Um dia acontecerá. Pensamento/Desabafo #1.
quinta-feira, 19 de abril de 2012 @ 08:18 | 0 Comment [s]
A minha amizade com a A., começou quando eu entrei para a antiga empresa em que trabalhava. Na altura eu era muito tímida, e como tal, eu falava com muitos poucos colegas, apesar de que o ambiente de trabalho era excelente e todos se falavam. Mas eu tinha aquela espécie de vergonha e atrapalhava-me a falar. Como era o meu 1º emprego e as responsabilidades eram diferentes, também não ajudava. Mas lá falava com um ou com outro. De inicio não nos falávamos muito, mas como ela me ajudava imenso na formação, fomos falando e falando e a amizade começou por surgir. Praticamente para onde ela ia, ia eu e para onde eu ia, vinha ela. Fazíamos compras juntas, íamos a festas, saiamos, passeávamos, íamos à praia, desabafávamos. Era aquele tipo de pessoa que apesar do pouco tempo conhecia-me bem: os meus tiques e manias, sabia ver quando estava triste ou alegre - só de olhar para mim sabia que dia é que estava a viver e hoje em dia é raro. Digo isto, porque deste que nos afastamos, mais ninguém sabe ver isso tão bem quanto ela. E há muitas conversas que tenho guardadas na minha mente. Ela ajudou-me muito; lembro-me de que quando eu tirei a carta, como é normal, as primeiras vezes que vamos andar de carro sozinhas, sem instrutor pode ser um pouco assustador, mas ela esteve sempre do meu lado e era a primeira a fazer-me sair de casa com o carro para que eu treinasse e me habituasse à ideia de conduzir e perder os meus medos; lembro-me de quando eu andava numa fase má, à aproximadamente 1 ano e nunca me vou esquecer da conversa que ela teve comigo, e realmente ajudou-me imenso naquela altura. As palavras e a maneira como foram ditas, foi como um despertar e naquela altura, enquanto todos os outros estavam-se nas tintas, ela estava lá. Sabia que com ela podia falar, desabafar, brincar, tudo! E sinto-me triste por hoje não haver nada. Nada mesmo. Tudo isto, porque como eu sai da empresa e ela já é efectiva, começamo-nos a afastar. Eu confesso que nunca foi com intenção. Simplesmente foi algo que acabou por acontecer. Saiamos menos, eu aproximei-me de outras pessoas e com isso, fui saindo com essas mesmas pessoas. Depois, como sabia que a A., não gostava de uma miúda daquele lado, não a convidava tanto para não existir picardias entre ambas, talvez uma opção não correcta da minha parte e com isto, e ao longo dos tempos, deixamo-nos de falar. Ainda lhe pedi desculpas umas 2 vezes ou 3. Ainda lhe convidei para o meu aniversário. Ainda à pouco tempo deixei-lhe uma outra mensagem. Mas nada. Nem uma resposta. E isso é algo que me deixa triste. Porque nunca quis perder esta amizade e tenho muitas saudades de tudo. Sei que errei na parte que podia ter feito um esforço e não ter deixado este afastamento alargar-se tanto, mas de certa forma, foi algo que aconteceu naturalmente, sem eu mesma estar à espera. A única coisa que eu gostava que acontecesse ainda um dia, é que voltássemos a falar, voltássemos a ter o que tínhamos, a amizade que tínhamos. Só o tempo o dirá, mas espero piamente que a resposta seja um sim, porque acreditem, tenho saudades disto.
Contar ou não contar?
quarta-feira, 18 de abril de 2012 @ 17:37 | 0 Comment [s]
À uns anos atrás, eu confiava muito facilmente nas pessoas. Não tinha problemas com isso, e esse foi um dos meus maiores erros. Porque as pessoas surpreendem-nos muito e ao longo dos anos é que eu fui abrindo cada vez mais os olhos. Já levei muita facada e já fui apanhada em intrigas que eu pensava não existirem só que há sempre alguém que dá com a lingua nos dentes. Sou sincera: hoje em dia não sei em quem confiar, porque as pessoas só me desiludem e cada vez mais isso me acontece. No fundo só posso confiar em mim e naquilo que eu sei. Prefiro guardar certos pensamentos, opiniões, gostos para mim em vez de abrir a boca, porque o que acontece é que se eu digo algo, dai a uma semana já todo o mundo sabe. Sim, pode ser mesmo das pessoas com quem eu lido, mas também duvido que todo este peso recaia nelas. Eu confesso que já abri a boca quando não o devia ter feito, mas aprendi com isso. Hoje quando me contam algo fica entre mim e a pessoa, mas sei que nem todo o mundo faz isso. Por isso, por mais simples que seja a questão, ou assim, eu digo logo que ninguém tem a ver com isso. E não têm mesmo. A vida é minha, logo sou eu quem deve saber e há sempre coisas que devem ficar para nós. Com isto, vou contar um exemplo: já toda a gente passou por aquela fase, em que dizemos que temos um fraquinho por uma tal pessoa e todos querem saber quem é. Nós, como supostamente confiamos, dizemos: 'ah é aquele assim, assim (...)' e o que acontece é que dizem que não contam a ninguém mas acabam por contar. Para além de que, já me aconteceram episódios que me deixaram de pé atrás em relação a estes assuntos, como por exemplo, estarem-me a dizer uma coisa e depois por trás estarem-me a enganar. É horrível e com todas essas experiências aprendi que há muito que devemos de manter para nós, guardar aqui dentro, porque quanto mais as pessoas sabem de nós, mais elas usam isso, para nos suprimir, nos mandar abaixo, porque acabam por descobrir os nossos fracos, a nossa vida e aproveitam-se. Falo de experiência própria. Por isso é que hoje sou a Kami que sou, não sou a antiga Kami que deixava que me pisassem, contava tudo e confiava em toda a gente. Hoje olho bem para as pessoas, vejo se devo falar ou não e digo-vos com toda a certeza que falar de certos assuntos, só mesmo com umas 2 pessoas, de resto esqueçam! E mesmo assim, já fui apunhalada por pessoas que eu pensava que podia confiar, que já conhecia à anos, e tudo o resto. Hoje, não coloco as mãos por ninguém. Por ninguém mesmo, porque já não sei em quem confiar e cada vez mais eu vejo que mais vale é contar-mos só connosco e com o nosso intimo.
Orgulho-me.
@ 09:03 | 0 Comment [s]
De mim. Ontem estava num daqueles momentos de retrospecção e pensei para mim em como é bom e satisfatório saber que temos certa coisa através do nosso esforço, do nosso trabalho e empenho. Eu orgulho-me de dizer que tudo aquilo que eu tenho, hoje em dia, fui eu que consegui e fui eu que trabalhei para ter o que tenho (com esta conversa, até parece que sou uma rica ou que tenho muito; nada disso, falo simplesmente daquilo que consegui alcançar), tirando é claro a escola, e tirando muito do que tive durante a época em que não trabalhava. Mas posso dizer que tenho a carta de condução, através do meu esforço, paguei-a, tanto os exames, como aulas extras de condução, fui eu que paguei tudo isso. O meu carro, juntei durante meses e meses dinheiro para o comprar e comprei. Não pedi ao meu pai, nem à minha mãe e não os sub carreguei com isso. Pode não ser o melhor carro do mundo, mas foi o que eu pude comprar e para ir treinando com os tempos é o melhor que se pode arranjar. A roupa, perfumes, e futilidades e miminhos que compro para mim, também é através do meu trabalho e esforço. E sinto-me super bem com isso. Saber que não castigo mais os meus pais, saber que não coloquei mais peso sobre os ombros de ambos, é muito bom conseguir trabalhar para algo e ter. E eu conheço muita gente em que vive sobre a alçada dos pais em tudo. Querem sair? Pais. Querem roupa? Pais. Estudos? Pais. Carta de condução? Pais. Carro novo? Pais. (...) E o mais engraçado é que ainda fazem exigências do género: quero um carro de x cor com x acessórios, etc, etc. Se soubessem o quanto dificil é trabalhar um mês inteiro para terem dinheiro talvez não exigissem tanto. E depois quando não têm dizem que os pais são as piores pessoas do mundo, que não valem nada, que não prestam. Um dia, quando tiverem mais idade, e a própria casa, responsabilidades maiores, vêem que tudo o que os pais faziam e diziam era para o nosso bem e não para o nosso mal. E mais, ainda há amigos meus que eu vejo que simplesmente nunca vão trabalhar. Porquê? Porque os pais dão-lhes tudo. Carro, dinheiro, boa vida, é claro que essas pessoas vão querer viver sempre sobre a alçada dos pais. Respeito, é claro, mas há uma satisfação maior em saber que fomos capazes, em saber o que custa ter certas coisas, o que custa lutar por aquilo que queremos e no fim saber que conseguimos, é bastante, mas bastante bom. E por isso e muito mais, hoje em dia eu digo que tenho orgulho em mim, da pessoa que sou, e daquilo que mudei de uns 3 anos para cá. Sei do meu valor e ninguém me pode dizer o contrário.
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